
Assim eu quereria o meu último poema.
Que fosse terno dizendo as coisas mais simples e menos intencionais
Que fosse ardente como um soluço sem lágrimasQue tivesse a beleza das flores quase sem perfume
A pureza da chama em que se consomem os diamantes mais límpidosA paixão dos suicidas que se matam sem explicação.
Manuel Bandeira
Tarde de Faxina!

3 comentários:
Luísa,
Bandeira é poeta que amiúde desfraldo do meu peito também...
Convido-te a conhecer o CANTO GERAL DO BRASIL (e outros cantos), onde não faltam homenagens e creio que você se reconhecerá n'algum post por lá...
Abraço mineiro,
Pedro Ramúcio.
É por demais sedutora... Me enche a imaginação, bela, vigorada, na atitude manda e ainda o desejo? terceirizar!
Belo poema do Bandeira...
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